Em Maringá, os 15 atletas estão trabalhando com uma ferramenta de fotosensores, que avalia o atleta com total precisão. O equipamento faz o monitoramento cardíaco na arrancada e na recuperação, além das análises multimídia para correções técnicas.
Os ciclistas também são submetidos à avaliação de velocidade máxima, aceleração e resistência, em diferentes momentos do treinamento. Assim, os técnicos têm condição de organizar a rotina de preparação de cada atleta.
Os resultados serão somados às conclusões obtidas na primeira etapa, quando foram realizados testes de potência e condicionamento no laboratório da Rede Cenesp, do Ministério do Esporte, na UEL.
Os treinamentos no velódromo são importantes porque possibilitam ajustar pequenos detalhes técnicos, preparando a seleção brasileira para disputar as grandes competições internacionais, como os Jogos Pan-Americanos e as Olimpíadas.
Após essa etapa, os ciclistas retornarão no próximo mês de setembro à Maringá, para mais 21 dias de treinamento na terceira fase. A proposta do projeto, iniciativa inédita no ciclismo brasileiro, é promover uma evolução do rendimento dos atletas e, por consequência, melhorar os resultados nas pistas. A iniciativa também será implantada nas categorias mountain bike, bicicross e estrada.
Breno Barros
Foto: Divulgação
Ascom – Ministério do Esporte
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